"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." - Romanos 12:2

domingo, 20 de janeiro de 2019

Oh! Que Esperança!

Hino adventista "Oh! Que Esperança!", composição de Wayne Hooper, sob a regência de Waldemar Wensell. Aproveite!

domingo, 16 de dezembro de 2018

Danças e Tambores no Salmo 150 - Parte I




Um Estudo Baseado na Cronologia e Autoria do Período Pré e Pós Santuário de Salomão
por: Gilberto G. Theiss

Resumo

A finalidade deste estudo consiste em um primeiro momento, analisar as formas de adoração cúltica no antigo Israel nos períodos posteriores a saída do Egito quando Moisés, suscitado por Deus os libertou de seu cativeiro de quatrocentos anos. Descrever como alguns costumes Egípcios, no tocante à adoração, permaneceram enraizados no meio de Israel por longos tempos até o momento da intervenção de Deus descrita em 2 Crônicas 29:25-26, delineando a maneira como deveria ser estruturada a adoração após a inauguração do templo no período de Salomão. Com base nos costumes musicais e das celebrações religiosas do povo pré-Santuário de Salomão, contrastar com os costumes que passaram a se desenvolver em sua forma de adorar após especificamente a inauguração da nova expressão musical para o santuário. Com tais contrastes, o propósito é demonstrar que houve um progressivo abandono dos costumes egípcios com o objetivo de adotar as novas determinações dadas por Deus concedidas para a inauguração do templo. Com este passeio instrutivo no tempo, perceberemos que o Santuário havia se tornado, sem dúvida, o ponto central e fundamental para entendermos tal problemática. Portanto, através deste realce, entre estes dois períodos, pré e pós Santuário de Salomão, conseguiremos identificar com mais precisão o provável período em que o Salmo 150 fora escrito.

Palavras-chave: Salmo 150. Tambores. Bateria. Dança. Adoração. Culto. Liturgia. Música.

1Introdução
Em diversas discussões acerca da música cristã utilizada para a adoração a Deus, notadamente aquelas que tratam do uso ou não de instrumentos de percussão no culto, surge a questão acerca do Salmo 150, o qual, aparentemente, não apenas admite, mas ordena a utilização deste instrumento e das danças no louvor ao Senhor em Seu Santuário.

Comumente, este salmo tem sido utilizado como evidência para inserir, dentro do contexto da adoração contemporânea, as danças e os tambores (que em nossos dias se apresentam na forma de grupos de dança coreográfica e diversos instrumentos de percussão, inclusive a bateria, típica dos conjuntos de rock). Em demanda desta discussão é que se torna justificável uma avaliação mais criteriosa da estrutura e conteúdo supostamente dogmático do Salmo em questão contrastando-o com os períodos bíblicos e seus costumes subjacentes. Desta forma, além de resolver a questão em pauta, poderemos desferir os valores de implicação para os dias atuais absorvendo princípios que sejam relevantes para uma adoração efetiva que seja conivente com a verdade de um Deus sublime, grandioso, puro e santo. Tendo em mente que a experiência relatada pela Escritura a respeito da oferta de Caim (Gênesis 4:3-5) possui uma intensidade plausível e razoável do significado da adoração como uma resposta humana aos moldes da vontade soberana de Deus, devemos então traçar uma linha divisória entre gostos e vontades pessoais com a vontade divina. Assim como o dízimo, a adoração deve seguir parâmetros de devoção que estejam além dos desejos humanos e seguir fielmente os conselhos expressos na Escritura mesmo que sejam revelados de forma latente.

Ao longo deste artigo, será importante entender que a teologia nos apresenta que muitas verdades ensinadas pela Palavra de Deus podem ser expostas referencialmente ou inferencialmente, mas o fato de serem apresentadas de forma inferente, não significa que estas verdades perdem o seu espaço de valor e de objetividade. As subjetividades também apresentam significados que visam fortalecer princípios em detrimento de costumes pagãos amalgamados às culturas de cada época e lugar. A Bíblia é composta de veracidade como um todo, e tudo nela, expressa verdades e ensinamentos para todos os tempos e culturas. A Escritura e suas mensagens – por mais aborrecíveis que possam parecer a nós, pecadores, os seus ensinamentos – devem estar acima de qualquer conceito, cultura, pessoa, filosofia e ciência. Falando sobre este aspecto, bem ilustrou Colson ao afirmar que:

"A guerra cultural não é só sobre aborto, direitos dos homossexuais, ou o declínio da educação pública. Esses são apenas os conflitos. A verdadeira guerra é uma luta cósmica entre a cosmovisão cristã e as várias cosmovisões seculares e espirituais que estão em ordem de combate contra ela." (2000, p. 36).

E neste ínterim, nada está mais discretamente envolvido do que o conceito de adoração. Nesta luta, todos nós estamos envolvidos e na medida em que o ceticismo, naturalismo, relativismo, multiculturalismo, pragmatismo e o sincretismo, em suas variadas cores, vão crescendo e se espalhando, mais significativamente de nós será exigida uma fé incondicional na Palavra de Deus e em suas verdades. Bem expressou Billy Graham ao ser questionado a respeito de Jonas ter sido engolido por uma baleia. Sua resposta foi contundente ao dizer que: “Ainda continuaria crendo na Bíblia se ela ensinasse que Jonas é que havia engolido uma baleia.” O motivo deste adendo tem como foco principal, fortalecer nossa determinação em, não apenas exercitar a prática da pesquisa, mas também crer integralmente e sem restrições nas gemas de verdades encontradas nestas escavações, sejam elas objetivas ou subjetivas, referentes ou inferentes, fazendo bem ou fazendo mal – devemos aceitá-las incondicionalmente. Portanto, o tema, por si, se justifica quando levamos em consideração a onda de liberalismo cultual existente em nossos dias em favor do lavolunté humano em detrimento da vontade de Deus expressa em Sua palavra.

Leia este artigo na íntegra em: Música Sacra e Adoração



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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

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